Tati Bernardi
De repente ouvi teu nome. E quase que imediatamente te procurei a minha volta. Não te encontrei, mas me dei conta de que eu estava sorrindo.
Querido John
"- Existe remédio?
- Pra que?
- Pra curar saudade.
- Ah, isso aí só se cura com abraço."
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— Soletre saudade.
— V-o-c-ê.
Eu te amava, mas hoje, por questão de segundos que duraram séculos, eu te odiei e reneguei. Quis distância. Falava em alto e bom tom que era para saíres, tomares teu rumo para muito longe de mim. Por que querias ficar, se não me cumprias nada? Porque querias estar aqui, se nunca eras de verdade? Eras a voz baixinha de todo dia, mas por esses segundos de hoje tudo mundo. O que era saída, virou porta fechada. Eu não queria mais as portas que sempre me abres e nem os caminhos alternativos que me apontas. Eu não queria nada que partisse de ti. E você me sorria ainda inexistente naquelas folhas, afrontando-me como seu eu não fosse aguentar.
O meu ódio passou. Nunca vou me esquecer de quando quis te matar em mim e te vi como uma arma que me atinge, ao invés de uma flecha harmônica que lanço. Se és mentira, ilusão, pré-julgamento, ferida e partida, não me venhas mais. Não me surjas como uma salvação e um lixo para que eu vomite. Não me venhas me fazer bem quando sei que, saindo de muitas bocas e mãos, já me feristes tanto. Hoje eu quis te expulsar. Ah, Palavra… Palavras, no plural. Eu, que muito te usei, hoje pensei seriamente em te deixar. Porque, às vezes, nem tuas vírgulas, nem teus pontos ou sílabas são de verdade.
— Camila CostaO meu ódio passou. Nunca vou me esquecer de quando quis te matar em mim e te vi como uma arma que me atinge, ao invés de uma flecha harmônica que lanço. Se és mentira, ilusão, pré-julgamento, ferida e partida, não me venhas mais. Não me surjas como uma salvação e um lixo para que eu vomite. Não me venhas me fazer bem quando sei que, saindo de muitas bocas e mãos, já me feristes tanto. Hoje eu quis te expulsar. Ah, Palavra… Palavras, no plural. Eu, que muito te usei, hoje pensei seriamente em te deixar. Porque, às vezes, nem tuas vírgulas, nem teus pontos ou sílabas são de verdade.
Te amarei mil vidas se preciso for…
Mas em apenas uma,
me dê a mão. — Valeria Costa.
Só a vida. Uma linda e magnífica bobeira.
— Tati BernardiCom um desânimo, vontade de dizer rápido qualquer coisa como olha, você me desculpa, mas estou mesmo muito cansado, fica para outro dia, para outra noite, outro tempo, outra vida.
— Caio Fernando Abreu.
Eu nunca imaginei que as coisas fossem tomar esse rumo. Nunca, se quer pensei que elas fugiram do meu controle. Nunca previ nada disso.
— Querido John
- Eu acho o seu amor bonito, mas há um problema.
- Qual o problema?
- Deixa pra lá.
Olhou com uma cara de desprezo e disse:
- Fala logo!
- É que ele nunca foi meu.
- Qual o problema?
- Deixa pra lá.
Olhou com uma cara de desprezo e disse:
- Fala logo!
- É que ele nunca foi meu.
— Aluga-se Felicidade
O verbo era gostar
Depois tornou-se amar
Agora, restou-se sofrer.
Depois tornou-se amar
Agora, restou-se sofrer.
— Âmago
Portas e janelas ficam sempre abertas,
Pra sorte entrar…
Pra sorte entrar…
— Toda sorte, coração
Ninguém quer morrer, ninguém quer se cortar. As pessoas apenas estão atrás de uma saída pra tentar fazer parar de doer.
— Querido John E me abrace, mesmo eu não pedindo.
— Matheus F.E naquele momento, eu desejei eternizar aquele abraço, pra sempre.
— Lais Caroline
E naquela tarde você se foi, deixando a danada da saudade comigo.
— Aquarelar
Não sei me despedir e o meu motivo é nobre: vivo acreditando em reencontros. Sei bem da imensidão do mundo, mas os certos, os eternos, reencontram-se.
— Camila Costa.
O que antes chamava a minha atenção hoje passa despercebido por meus olhos.
É… Mudei bastante de uns tempos pra cá.
É… Mudei bastante de uns tempos pra cá.
— Selvagem Coração
No fundo sou gentil
Educada
Apaixonada
Amável.
No fundo…
Bem no fundo.
Mas ninguém teve a paciência de cavar até chegar lá.
Educada
Apaixonada
Amável.
No fundo…
Bem no fundo.
Mas ninguém teve a paciência de cavar até chegar lá.
— Selvagem Coração
Quer ir, amor? Vá! Não irei mais te impedir. Estou te dando asas para voar. Apenas quero ver, se irás voltar.
— Adoecida
Em um céu escuro, ainda há brilho. Em um rio sujo, ainda há peixes. Em um labirinto difícil, ainda há saída. Por que dizes, então, que esse teu coração, frio, não pode mais amar?
— Adoecida
E de você, amor, só restou lembranças.
— AdoecidaE num sorriso, chorou baixinho…
— Adoecida
Mesmo no riso o coração talvez sinta dor.
http://adoecida.tumblr.com/
Mesmo no riso o coração talvez sinta dor.
Eu mudei, e muito. Não por você, nem por ninguém. Por mim, mesmo. Sinto-me melhor, assim… Mais eu.
— Adoecida
Perguntaram-me o porquê do meu precisar tanto de você. Parei. Pensei. Respondi: Não sei, apenas preciso.
— Adoecida Olhava para as estrelas, e num choro, sussurrava: “Traz ele pra mim. Não me deixa mais assim, triste. Meu coração não aguenta mais… Traz ele pra mim, traz!” Tudo era saudade.
— AdoecidaOlhavam-se com um, tal, brilho especial. Esperavam de si, uma atitude. Sorriam. Ela esticava a mão; ele percebia, entrelaçava os dedos nos dela. Apertavam. Ela olhava para o lado; ele só a admirava. Tão lindos, eram. Puxava a para mais perto. Queria senti-la. Ela sorria. Olharam-se nos olhos. Não aguentaram; acabaram se beijando… Amavam-se em silêncio.
— AdoecidaFechava os olhos, algo escapava. Era a saudade dando sinal.
— AdoecidaSentava-se em sua cadeira, observava o céu. Olhava para os lados procurando por algo, nada achava. Ah, já havia virado rotina; esperar por alguém que nem sabia se vinha.
— AdoecidaVocê pula, eu pulo.
Aquelas palavras marcaram a tarde daquela, linda, menina. Sentia falta da voz doce, do rapaz (…) Estava quase anoitecendo, perdeu-se na saudade. Resolveu ir fazer uma visita ao velho lugar, que um dia salvaram-a. Observava, com cuidado, a profundidade de onde ela queria saltar. Uma lágrima escapou. “Você pula, eu pulo.” ela lembrou. Era saudade de mais, para aguentar. Olhou ao seu redor, despediu-se. Estava preparada.
— Ei menina! — sussurraram.
Ela virou-se à procura do dono da voz doce. O reconheceu.
— Você pula, eu pulo. Lembra?
Ela sorriu. Interessante a vida. Ele que a tinha salvado naquela tarde, e nessa… Que a salvou foi a ponte. Pois, arrancou dela a imensa dor - causada pela saudade - que habitava em seu coração.
— AdoecidaAquelas palavras marcaram a tarde daquela, linda, menina. Sentia falta da voz doce, do rapaz (…) Estava quase anoitecendo, perdeu-se na saudade. Resolveu ir fazer uma visita ao velho lugar, que um dia salvaram-a. Observava, com cuidado, a profundidade de onde ela queria saltar. Uma lágrima escapou. “Você pula, eu pulo.” ela lembrou. Era saudade de mais, para aguentar. Olhou ao seu redor, despediu-se. Estava preparada.
— Ei menina! — sussurraram.
Ela virou-se à procura do dono da voz doce. O reconheceu.
— Você pula, eu pulo. Lembra?
Ela sorriu. Interessante a vida. Ele que a tinha salvado naquela tarde, e nessa… Que a salvou foi a ponte. Pois, arrancou dela a imensa dor - causada pela saudade - que habitava em seu coração.
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